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Pesquisando
Pesquisando encontrei alguns links e publiquei.
jamir
Escrito por Andrea,Angelina,Jamir,Juraci R às 02h30
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sindrome de down
SINDROME DOWN
A síndrome de Down é a forma mais freqüente de retardo mental causada pela ocorrência de três (trissomia) cromossomos 21, na sua totalidade ou de uma porção fundamental dele. Embora as pessoas com síndrome de Down tenham características físicas específicas, geralmente elas têm mais semelhanças do que diferenças com a população em geral. As crianças com síndrome de Down necessitam do mesmo tipo de cuidado clínico que qualquer outra criança. Não devemos nos calar diante de pessoas que são capazes de mostrar pontecialidades brilhantes e temos que acreditar nessas potencialidades.Sindrome de down pode ser um problema,sanado com amor,carinho atenção e além de tudo Respeito. www.abcdasaude.com.br Jamir -SC
Escrito por Andrea,Angelina,Jamir,Juraci R às 01h44
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Deficiência
Olá professora como ves não posso fazer minha argumentação,pois minhas colegas não postaram as delas uma ves que a minha alguem comentou.Mas quero debater um assunto sério que tenho em minha sala de alfabetização de adultos.É muito sério o despreparo das fámilias.Tenho em minha sala de aula 3 deficientes mentais,uma sindrome de down,duas deficiencia auditiva e um aluno que pela mãe trabalhar na apae levava o menino e deixava ele nas sala de aula juntos com os alunos deficentes adquirindo assim um bloqueio.Como percebes é um grande desafio uma vez que conversando com os pais eles disseram que não era para mim forçá-los a aprender.Pergunto o que será que esses pais pensam que é a educação?será que les pensam que a escola é realmente um lugar de depósito dos filhos?me senti mal.Fazendo um diagnostico na aprendizagem descobri que a aluna sindrome de down le perfeitamente um capricho extraordinárioe uma vontade de aprender incrivel.As deficientes auditivas já com experiencia no assunto sei me comunicar com elas até pedi para que elas me ensinassem algumas linguagem de sinais que eu ainda não sei e estou aprendendo e me aproximando delas a aprendizagem está sendo válida e vejo resultados,o menino que conviveu na apae não fala com ninguem,mas incrivelmente na quinta feira ao apresentar o seu desenho ele explicou para a turma e todos os alunos o aplaudiram por ele ter falado.Os deficientes mentais não estou tendo muita resposta acredito que a aprendizagem deles deverá ser muito lenta e de longo prazo então trabalho com materiais concretos.como ves eu pergunto será que estou agindo corretamente?Não posso fechar os olhos dos pais tenho que alertar que o comodismo só prejudicará ou mesmo fará sempre eles serem dependente de seus pais e mostrar que os filhos deles tem potenciais uma vez que são cidadãos e merecem serem respeitados e poderão ter sucessos no prolongamento de seus dias.Uma coisa eu me desabafo trabalhando com eles me sinto realmente uma pessoa importante para suas vidas,queria que vc visse a admiração e o orgulho que eles teem em mostrar as coisas para mim seja na sala ou fora dela.São seres que teem um amor enorme em tudo que tem e fazer é maravilho e tou tentando se está certo não sei só sei dizer que o qgradeço por fazer parte de suas vidas e poder contribuir pelas suas cidadania. Jamir -SC
Escrito por Andrea,Angelina,Jamir,Juraci R às 01h42
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Olá Pessoal
Relatando o que já vivi com crianças surdo-mudas ( se é assim que se fala e escreve) tinhamos na EMEF Marcos Emílio Verbinnen em Jaraguá do Sul uma menina nessas condições que tinha chegado na escola 1º pegou a professora e todos os profissionais despercebidos já na matricula no início daquele ano. A mesma vinha com a irmã que estava na mesma série na época, ninguém sabia linguagem dos sinaism e a menina ainda não usava aparelho. Com muito trabalho da professora, pesquisas com AADAV e até com o pessoal da antiga gerei fomos tentando mudar o quadro da turma para o que pensavamos na época ser uma inclusão, ainda hoje acredito que foi. Primeiro fizemos todo o alfabeto na linguagem de sinais que a menina já conhecia, com o tempo a professora descobriu um programinha chamado Falador e lá haviam atividades para ele além da leitura labial que a mesma podia praticar então muitas vezes depois da aula professora, aluna e eu sentavamos diante do computador que tinhamos na sala dos professores e ficavamos trabalhando com a aluna. Nessa caminhada percebemos que a menina não era muito bem alfabetizada, pois tinha ficado na cidade de onde vinha só com o programa para surdos-mudos, conversavamos muito com o pai e raramente com a mãe, quando conseguimos falar com a mãe ela nos coloca que a filha conseguia falar alguma coisa do jeito dela.Foi encaminhada para a AADAV nesta cidade e conseguiu um aparelho que muito ajudou mas também atrapalhou, pois lugar com muito barulho incomodo a eles, sua situaçãoaos poucos foi se equilibrando, porém percebemos que ela não estava acompanhando o grupo e que a irmã é que fazia as coisas prá ela e felizmente ou infelizmente a criança foi reprovada. Poderíamos dizer que infelizmente, pois a turma já estava acostumada com ela, a mesma tinha a irmã etc. Mas felizmente porque ela começou a ser independente da irmã, fez novos amigos e ficou menos agressiva, pois a nova turma sabia que a algazarra deveria ser menor (a professora tbm achou ótimo). Detalhe a professora ficou a mesma para a menina no ano seguinte, ainda tinhamos pouco acompanhamento da professora que trabalhava com ela em separado ( talvez seja pouco pelo nível de anciedade que tinhamos para saber como lidar). Porém aqui já dá para garantir como a máquina ( me refiro a um computador e programa específico) pode ajudar, pena que em nossa realidade não temos um pc para cada um e que o professor também tem que voltar a realidade que está aí.
Abraços Angelina -SC
Escrito por Andrea,Angelina,Jamir,Juraci R às 01h39
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Conversas
Jura
Que bom te encontrar
Que tal vc relatar suas experiências com o curso do salto e com a instrutora? Já será de grande valia.
Escrito por Andrea,Angelina,Jamir,Juraci R às 01h37
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Oi Angelina e Jamir,
Estou aqui, depois de um longo e tenebroso inverno de ausencia e por isso mesma estou perdida. Se vcs optaram pelo trabalho da surdez, estou de pleno acordo, até porque trabalho com os cursos do salto e essa semana estamos falando sobre inclusao e vem uma instrutora surda trabalhar conosco. Achei interessante! E agora? o que vamos fazer? Por onde começar? Como será esse deftec? JURACI -SC
Escrito por Andrea,Angelina,Jamir,Juraci R às 01h36
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Olá pessoal do Grupo A
Estou procurando na internet e encontri um programa chamado Bilingue, feito por professores da UNB, destinando-se aos professores e alunos.
O BILINGUE é uma ferramenta de auxílio na alfabetização de alunos (surdos e ouvintes) o bom que é na linguagem de sinais e serve prá todos;
Tem por objetivo: Auxiliar na aquisição da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e leitura de palavras e orações em português. O BILINGUE permite ao professor: · apresentar palavras, imagens e sinais em LIBRAS no ensino de vocábulos e orações; · escolher as palavras e imagens que irão compor cada aula; · investigar o ritmo de aprendizagem de cada aluno dado que cada aluno tem tempo livre para responder aos exercícios; · estabelecer o critério de desempenho a ser alcancado pelo aluno;
· registrar o desempenho de cada aluno nas aulas realizadas;
· Colaborar e trocar de experências entre professores do ensino fundamental através de aulas elaboradas via internet.
O ambiente é bem ocupado, você procura uma letra, aparecem as palavras, basta clicar em uma palavra e ao lado uma tela mostrando um pessoa falando em libras, bem como a linguagem com as mãos
O BILINGUE foi elaborado para professores, pais e estudiosos de LIBRAS. Para que você possa acessar o bilingue é necessário obter usuário e senha contactando Domingos Coelho ou Olga Freitas pelo email surdobilingue@uol.com.br. Informe seu nome, atividade profissional, Estado e cidade onde mora. ( Daqui nós podemos trocar,além do que ter atividades trabalhando com as tecnologias,não se preocupem o mesmo programa também tem ambiente para os alunos interagirem isto é eles também tem sua atividade) Também vocês podem pesquisar no site www.feneis.com.br, gostei é brasileiro e não parece com aquele programa que eu relatei anteriormente chamado FALADOR.
Abraços Angelina -SC
Escrito por Andrea,Angelina,Jamir,Juraci R às 01h35
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Se definirmos com o Jamir que esse será o tema é bom, mas quero relatar uma experiência vi um filme nos feriados de páscoa sobre uma orquestra de mulheres cegas no Egito e fiquei bastante impressionada com a forma que aprenderam a tocar em uma orquestra sem leitura de partituras, primeiro foram apenas com o treino do maestro,do tipo dó, mi, fa sutenido e tal, depois foi a leitura em braille e em seguida tocavam com uma harmonia incrível. A maioria delas é cega desde que nasceu.
Mas voltando a discussão precisamos ler alguns textops referentes aos mudos-surdos e colocarmos nossas opiniões, o ideal é procurarmos na biblioteca , material do professor, muitos dessses nós já tivemos acesso e possibilidade de leitura.
Abraços Angelina -SC
Escrito por Andrea,Angelina,Jamir,Juraci R às 01h33
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precisamos ler alguns textos referentes aos mudos-surdos oque eu acredito que você concorda, e colocarmos nossas opiniões, o ideal é procurarmos na biblioteca , material do professor, muitos dessses nós já tivemos acesso e possibilidade de leitura.
Abraços
Angelina -SC
Concordo com você sou favoravel ao primeiro tema, pois em minha familia tenho um tio mudo e surdo, pois tenho uma certa experiência. Aguardo orientações de como proseguir, pois me sinto um pouco perdida.
Abraços,
Andréa -SC
Escrito por Andrea,Angelina,Jamir,Juraci R às 01h32
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Comunicar é partilhar com alguém um conteúdo de informações, pensamentos, idéias, desejos e aspirações, com quem passamos a ter algo em comum. A comunicação feita por meio da linguagem falada responde à necessidade vital do homem na busca de novas experiências e conhecimentos, sendo um ato social fundamental em nossas vidas A deficiência auditiva gera um dos mais incapacitantes distúrbios de comunicação, impedindo-o de desempenhar plenamente o seu papel na sociedade. Portanto os surdos procuram na educação inclusiva : · Ser um bom orador: falar em voz audível, devagar, sem omitir palavras, Usar gestos. · autenticidade, respeito e interesse verdadeiro pelo bem estar dos outros, usar o toque, ser atento e cordial. · Ter sensibilidadeComunicar é partilhar com alguém um conteúdo de informações, pensamentos, idéias, desejos e aspirações, com quem passamos a ter algo em comum. A comunicação feita por meio da linguagem falada responde à necessidade vital do homem na busca de novas experiências e conhecimentos, sendo um ato social fundamental em nossas vidas A deficiência auditiva gera um dos mais incapacitantes distúrbios de comunicação, impedindo-o de desempenhar plenamente o seu papel na sociedade. Portanto os surdos procuram na educação inclusiva : · Ser um bom orador: falar em voz audível, devagar, sem omitir palavras, Usar gestos. · autenticidade, respeito e interesse verdadeiro pelo bem estar dos outros, usar o toque, ser atento e cordial. · Ter sensibilidade para com as ansiedades e as cargas que cada indivíduo suporta em sua vida. · dominarem uma língua, a de sinais.
Diante Nessa situação o professor não terá tempo para se preparar tem que estar preparado porque nenhum pai se prepara para receber um filho com deficiência. para com as ansiedades e as cargas que cada indivíduo suporta em sua vida. · dominarem uma língua, a de sinais.
Diante Nessa situação o professor não terá tempo para se preparar tem que estar preparado porque nenhum pai se prepara para receber um filho com deficiência.
Escrito por Andrea,Angelina,Jamir,Juraci R às 01h24
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